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SELEÇÃO DE CRÍTICAS, publicadas no Brasil e no exterior

Alemanha

Suhl, Stravinsky e Lalo: "Rocha mostrou principalmente a excelência técnica de sua regência, o que já não é pouco numa obra como Petruska, com suas complexas mudanças de tempo e andamento (...), Como se não fosse suficiente, presenciamos uma perfeita realização dos diversos efeitos instrumentais, particularmente a refinada exploração de determinadas colorações sonoras, onde poucas alusões bastavam para visualizarmosplasticamente as coloridas cenas de dança. Tudo contribuiu para a impressão geral de pleno sucesso do concerto." (W. K., FreiesWort, Suhl, 18/10/2002)

Gotha, Stravinsky e Lalo: "O brasileiro Ricardo W Rocha libertou a Filarmônica da Turíngia" (subtítulo da crítica intitulada "Sensaçãomusical dos opostos")

"...Da veemente paixão de seus gestos (em Lalo), ele agora (emStravinsky) liberta a orquestra com sugestiva linguagem corporal, produzindo um verdadeiro êxtase sonoro, no qual as citações e as linhas solistas ganharam destaque e puderam ser ouvidas."

(Thüringen Zeitung -TLZ, em 19/10/2002).

Suhl, Lutoslawski, Gershwin e Villa-Lobos:

"O público recebeu cada um daqueles quadros sonoros (...) eaplaudiu tempestuosamente. O regente brasileiro Ricardo Rochamostrou-se um excelente conhecedor destas obras. Sua técnica éprecisa e energicamente dominante, sem cair naquela caricatura do 'virtuoso do pódio’ treinado. Tecnicamente foi quase tudo perfeito e musicalmente configurado (...) por Rocha num todo." (K. Morgenstern, "Freies Wort", Orq. Filarmônica da Turíngia, 14/1/2000).

München - “No concerto (...) brilhou principalmente o regente

(Süddeutsche Zeitung, crítica intitulada ”Um penetrante olhar nos olhos”, Orquestra Sinfônica de Bamberg, no tradicional CuvilliésThather’, Munique, em 27/11/2000)

Erlangen - "Numa fulminante explosão de cores e sons, Rocha, tal qual incendiário, levou a atmosfera à mais alta temperatura, tendo a orquestra reagido com bem disposta precisão"

(Anja Barckhausen no 'Erlanger Nachrichten', com a Orquestra Sinfônica de Bamberg em Erlangen, em 28/11/2000)

Baden-Baden “O regente mostrou que está em condições de apresentar uma vasta paleta de interpretação. (...) Rocha sabe como conduzir seus músicos, com técnica leve e discreta. Percebe-se que aqui está um músico que domina, ele próprio, alguns instrumentos(...) Regente e solistas foram entusiasticamente aplaudidos”.

(Rudolf Köppler, no jornal ‘Badische Neueste Nachrichten em21/6/91)

Karlsruhe. “Neste seu último concerto ficou claro que Rocha persegue quase que um ideal missionário, este de corrigir, aqui em nosso país, o clichê de que Brasil é só samba e carnaval. (...) No final, muitos aplausos, mas pena que nenhum bis.” (Bernd Willimek, em Karsruhe, sobre os concertos do ciclo “Brasilianische Musik im Konzert” BNN, 9/2/93)

Gotha. “(...) O desempenho sem reservas do regente, dirigindoconcentrada e sugestivamente, e da orquestra, que o seguiu comprecisão, foi premiado com muitos aplausos”.

(M.S.T. no jornal “Thüringen Landes Zeitung, em 15/1/2000)

Brasil

Mário Tavares, histórico Maestro Titular da O. S. do Theatro Municipal do RJ (1950-1990), em carta de recomendação que me foi generosamente oferecida e enviada por ele, após o convite que me fez para um chá na sua casa no Flamengo, com a sua esposa Gláucia Tavares, em 1997

Em carta de recomendação escrita em 8 desetembro de 1997

Maestro Edino Krieger no FACEBOOK

Compositor, ex-Presidente da FUNARTE, da ABM, da Sala Cecília Meireles (2 vezes) e do MIS


Fonte:https://m.facebook.com/186480978090526/photos/a.297824920289464.69384.186480978090526/177039 1889699419/?type=3 - em 18 de dezembro de 2017 às 20:37

COM CHAVE DE OURO

“O numeroso público que lotou a Sala Cecília Meireles no último domingo à tarde, 17 de dezembro, certamente já conhecia a qualidade do trabalho da Cia. Bachiana Brasileira e a beleza da música de Mendelssohn. (...)

Mas o concerto de encerramento da temporada da Sala Cecília Meireles, uma temporada feita de resistência e desafios brilhantemente superados pela gestão anterior, de Jean Louis Steuerman e pela atual de Miguel Proença, proporcionou muitomais do que um concerto de encerramento.

O que a Cia. Bachiana Brasileira ofereceu foi a revelação de uma obra mais do que genial, um legado derradeiro e monumental, umasíntese da própria vida, um último e poderoso suspiro que ocompositor não chegaria a ouvir. Tal a magnitude desse monumento do romantismo que é o Oratório Elias de Mendelssohn.(...) Uma leitura normal seria suficiente para reconhecer a beleza e a grandiosidade serena da obra. Mas a Bachiana Brasileira foi além:fez da execução da obra um exercício de perfeição raramente alcançado.

O perfeccionismo do regente Ricardo Rocha, conhecido do numeroso público que acompanha seus trabalhos anteriores, se esmerou na preparação dessa obra. Cada frase musical era tratada com todos os seus valores dinâmicos e agógicos, num fluir e refluir nuca linear, mas com o máximo de seu rendimento expressivo. (...)

(...) Num país minimamente civilizado e que desse valor à Cultura um evento desse porte seria apresentado várias vezes em vários espaços. Quem sabe em São Paulo isso ocorresse?. Tampouco se entende que um trabalho como o da Cia. Bachiana Brasileira não seja declarado patrimônio cultural do país e adotado pelo poder público, e que seu regente e Diretor Musical não esteja à frente de alguma Orquestra nacional. Coisas do Brasil.

Só nos resta agradecer pela alegria de haver presenciado um encerramento com chave de ouro da temporada carioca e a esperança de que outros dessa envergadura e qualidade nos aguardem na temporada do próximo Ano.                                         

Planetário, Concerto de Natal de 15

"(...) O maestro Ricardo Rocha estabelece, com sua meticulosidade e clareza, uma espécie de padrão Bachiana dequalidade musical, presente em todas as realizações do grupo,(...)

Edino Krieger, Livro Textos e Contextos, pág. 528 (original:Facebook, 16/12/2016)

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Edino Krieger: Haydn, Stamitz e Mozart - 3 de maio de2015, Facebook

“A Escola de Mannheim, um concerto memorável

Foi mais do que um simples concerto, o programa que a Cia.Bachiana Brasileira dedicou à Escola de Mannheim, na Sala Cecília Meireles, na última quinta-feira, 30 de abril.

Foi um acontecimento marcante da temporada, pela qualidadeda execução, de nível internacional, e o apuro estilístico que o Maestro Ricardo Rocha atingiu nas obras dos três maiores representantes do classicismo que são Haydn, Stamitz Mozart. Impressionou-me, sobretudo, a belíssima execução desse monumento que é a Sinfonia Júpiter de Mozart, valorizada em cada detalhe de sua maravilhosa estrutura formal e seu conteúdo expressivo.

Foi a melhor versão da Júpiter que tive oportunidade de ouvir. Parabéns ao Maestro Ricardo Rocha e seus excelentes músicos!”  (Assista: (https://youtu.be/HleCu0hg_FQ)

A TRANSFIGURAÇÃO MUSICAL DOSÉCULO XX

Orquestra Bachiana Brasileira, 20 de maio 2017 na Sala Cecília Meireles Obras de Schönberg, Stravinsky e Arvo Pärt - Nikolay Sapundjiev, violino Regência: Maestro Ricardo Rocha

O concerto da Orquestra Bachiana Brasileira se inscreve,desde já, entre os eventos musicais mais memoráveis não apenas desta, mas de todas as temporadas da Sala CecíliaMeireles. Foi fascinante a belíssima execução da Noite Transfigurada de Arnold Schönberg, a mais perfeita que já ouvi, ao vivo e em gravações. A justeza absoluta da afinação das cordas e a expressividade da progressão das frases deram à execução o sentido revelador de uma primeira audição.

Admirável também a execução do difícil Concerto em Ré de Stravinsky, repleto de contrastes rítmicos e dinâmicos, realizadoscom absoluta segurança e domínio.

E a bela obra de Arvo Pärt, (...)contribuiu para transformarnuma noite inesquecível, felizmente testemunhada por um numeroso público, que já se habituou em confiar naprogramação da Orquestra Bachiana Brasileira, que leva amarca da sua direção exigente, firme, competente emeticulosa. Parabéns.

Assista: https://www.youtube.com/watch?v=IM0AlNIl8z8&t=181s

Edino Krieger- Schönberg, Stravinsky e Arvo Pärt - em 25 de maiode 2017 às 18:37 ·

Fonte:https://m.facebook.com/186480978090526/photos/a.297824920289464.69384.186480978090526

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Algumas críticas de Luiz Paulo Horta, RJ

Membro das Academias Brasileira de Música (ABM)e de Letras (ABL)

Trechos da crítica de O GLOBO, Luiz PauloHorta,

13 de outubro de 2008

“Como é que se faz crítica musical? - Quando problemasevidentes, é fácil. Você diz que a cantora desafinou, que otimpanista excedeu-se etc.

Mas, e quando tudo certo e esbarramos no milagre da grandearte? Um caminho razoável é dizer que o intérprete foi fiel à partitura. (...). Mas surge então  outro problema: nem tudo estáescrito. É preciso dar vida e músculo à partitura. (...).

Escrevo tudo isso pensando na interpretação da Primeira Sinfonia de Brahms pela Cia. Bachiana Brasileira, dirigida porRicardo Rocha no Teatro Municipal. (...) O que o maestroRicardo Rocha conseguiu deveria ser imediatamente gravado. É um Brahms “passado a limpo” que, talvez por causa disso,aparece com uma força estonteante.

Naquele velho dilema Toscanini x Furtwängler (...) acho queRicardo seria mais Toscanini. A marcação é despojada, deixa que a energia ali contida venha à tona por si mesma. (...) de grau emgrau, sem forçar nada, o maestro deixa espaço para as grandesperorações finais, que chegam como uma força da natureza. Isto se consegue com infinito trabalho, com a colaboração dos músicos,com uma atenção filigranática aos detalhes de dinâmica efraseado. Depois de tudo feito, parece fácil, quase óbvio. alguém fazer!

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OSB, Villa-Lobos e Prokoviev com Mark Zeltser

(Jornal O Globo, Rio, 3 de junho de 1998)

“Tocando no Teatro Municipal sob a regência de Ricardo Rocha a Orquestra Sinfônica Brasileira mostrou boa consistência sonora no segundo concerto da sua Série Noturna, queapresentava como solista o pianista Mark Zeltser. (...) Rochamostrou condições de motivar a orquestra e conseguiu bonsresultados em Prokofiev e Villa-Lobos. (..) A execuçãocaracterizou-se sobretudo por uma grande unidade de tom e ritmo. A Sinfônica esteve bem e a reação do público foientusiástica.”

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Cia. Bachiana Brasileira, Carl Orff, Carmina Burana, SalaCecília Meireles  (O Globo, 10 de março de 2008)

“Toda obra de arte importante traz em si alguma coisa de misterioso. Por exemplo, a ‘Carmina Burana’ de Carl Orff, queouvimos sexta-feira em versão esplêndida dirigida por RicardoRocha. (...) Numa Sala Cecília Meireles lotada, a performancecorreu num crescendo de eletricidade. Ricardo Rocha conduzia tudo com mão firme, dosando bem os efeitos, a dinâmica tãoimportante. Teve de bisar todo o trecho final”                              ....................................


ROCHA SÓLIDA E IMPRESCINDÍVEL

Site movimento.com, em 11 de dezembro de 2012

Escrito por Fabiano Gonçalves em 11 dez2012   -  Crítica

Maestro Ricardo Rocha e Cia. Bachiana Brasileiralevam ao Municipal do Rio   a íntegra do Oratório deNatal, de J. S. Bach.

“Para que se faz música? Com qual razão e para qual objetivo? Para que compositores, ao longo de séculos e por variados estilos, dedicam-se a agrupar sons e silêncios? A fim de que músicos, de não importa que nacionalidades ou raças, deitam arcos, dedos e lábios sobre tão diversos instrumentos?

Que motivação faz com que cantores sintam gotas de suor correndo-lhes pelas costas enquanto acionam diafragmas e cordas vocais para produzir som e sentimento com a emissão do ar de seus pulmões? E o maestro, o que o faz dançar diante de uma orquestra e dela arrancar música e, dopúblico, lágrimas? (...)

Valeram a pena os hercúleos esforços da Cia. Bachiana Brasileira, orquestra e coro, e seu maestro Ricardo Rocha para tirar das quase 200 páginas do Oratório de Natal – Weihnachtsoratorium, de JohannSebastian Bach, cerca de três horas da música mais celestial jamaiscomposta por um homem para que a vida alcançasse aquele átimo desegundo em que tudo faz sentido. (...)

Bachiana nas alturas!

(...) À frente desse grupo de talentos, o maestro Ricardo Rocha, homem de erudição e perfeccionismo musicais, cujas três décadas de árduo trabalho foram celebradas com este belíssimo concerto. Quenesta data comemorativa, caro maestro, seja firmado seucompromisso indispensável de manter-se ativo e produtivo,presenteando o público brasileiro com suas execuções brilhantes, por,pelo menos, mais três décadas. Vida longa à Cia. Bachiana

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